Comunidade Nin-Jitsu pega carona na Copa e faz funk inspirado na corneta africana
![]() |
| O grupo aderiu à moda e pegou carona no barulho africano |
Há 15 anos nas paradas, a Comunidade Nin-Jitsu faz um som que aproxima dois universos bem diferentes: funk e rock pesado. Se de um lado eles cantam “popozuda” e todos os outros chavões dos bailes, ostentam com orgulho o fato de terem aberto o show do Red Hot Chili Peppers em Porto Alegre, oito anos atrás. Mistura é palavra de ordem da Comunidade Nin-Jitsu, até mesmo quando o assunto é vuvuzela. “Usamos elementos africanos, que tenham a ver com o universo da Copa. Usamos uma kalimba (percussão africana) e o próprio som da vuvuzela”, conta Chernobyl. Mas até no funk, onde tudo é brincadeira, o som da cornetinha acaba saturando. “Tem uma hora na música que gritamos: Para! Eu não aguento mais essa vuvuzela!”, diverte-se o DJ do grupo.
Shows
No momento, a Comunidade Nin-Jitsu está percorrendo festivais de música independente em capitais no Norte do país. Apesar do estouro do Funk da vuvuzela, o grupo não sabe se vai tocar essa música em shows. “Tem um momento que é batidão de funk, mas nosso show é mais rock‘n’roll”, conta Chernobyl. A mesma dúvida paira quando o assunto é gravar o hit em CD. “É uma brincadeira do momento. Pode até ser que entre como faixa-bônus”, acrescenta o DJ.










0 comentários:
Postar um comentário
Obrigado por comentar!